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Sexo em família

Sou filha única, e por isso, ficar nua, ou ver meus pais nus é algo natural para mim. Acreditem, já vi meu pai nu, mais vezes que qualquer outro homem.
Morávamos no interior, em uma casa modesta e simples.
Meu pai tinha uma oficina e minha mãe apenas cuidava da casa. Nos finais de semana, quando não saiamos, curtíamos um filme etc...
Só depois me dei conta do que o incesto já fazia parte de minha vida desde cedo.
Sempre antes de dormir seu sono da tarde, meu pai me pedia que eu o massajasse. Depois de almoçar, a gente, eu, minha mãe e meu pai costumávamos nos deitar um pouco, era rotineiro isso. Ficávamos todos nus, e íamos para a cama. O papai me pedia para massaja-lo, e eu fazia sem problema algum... eu começava pelas pernas e ia subindo...
Eu pegava no pénis do meu pai e o massajava também, para mim aquilo era natural, ainda mais sendo meu pai, não via como coisa de outro mundo.
Minha mãe nunca se preocupou nem nunca falou nada quando me via segurando o pau dele.
Na verdade eu gostava de ficar nua com meus pais...eu gostava de ver minha mãe nua andando pela casa, as vezes antes de dormir a noite, papai me pedia para fazer carinho nele.
Ele deitava nu com as pernas abertas, pedia para eu sentar entre elas e pedia para massajar suas coxas... as vezes ele tirava minha roupa e me deixava nua, as vezes me pedia para tirar. Geralmente a noite quando estávamos prontos para dormir, ficávamos nus, pois dormíamos nus...
As vezes mamãe entrava no quarto, e me via acariciando o pau de papai, nada falava como se aquilo fosse algo natural, e eu por minha vez acreditava que era algo comum uma filha acariciar o pau do pai.
Uma vez mamãe entrou no quarto e me viu acariciando o pau de papai... e ele estava duro...duríssimo... papai com os olhos fechados relaxando e eu nua acariciando seu pau duro...
Minha mãe olhou e riu aprovando minha acção.
E foi sempre assim, até que um dia ele me fez ver ele gozando...
Depois deste dia, comecei a me interessar por este fato interessante que era ver o pau do meu pai ejacular. Uma vez estávamos os três na cama, e eu comecei a acariciar meu pai e fui logo segurando em seu pau... minha mãe apenas olhava com carinho, então, acho que no meio de uma animação, eu chamei a atenção de minha mãe, e pedi que ela ficasse olhando... eu comecei a acariciar o pau do meu pai até que ele endureceu e continuei a fazer o único movimento lógico que era o da masturbação... minha mãe olhava para meu pai sorrindo e voltava a olhar para minha acção... senti o pau do meu pai endurecer mais ainda enquanto eu o masturbava...logo a cabeça ficou maior e apontando para cima, meu pai suspirava ofegante...então após alguns longos segundos, um jacto forte de esperma disparou para cima e outros vieram atrás...segurei firme o pau de papai até que ele parou de cuspir aquele liquido branco... minha mãe ficou admirada e olhou para meu pai sorrindo... o que para minha mãe era algo natural, para mim era novidade... a ejaculação.
Eu fiquei viciada naquilo que até quando estávamos os três no banho eu batia punheta em papai.
Minha mãe saia do banho e me deixava sozinha com papai e eu batia punheta nele só para ver o esperma sendo cuspido no azulejo e escorrer.
Numa noite estávamos na cama os três nus... mamãe estava de bruços com sua bundona para cima e papai ao seu lado e eu na frente dos dois... entre conversas e conversas, vi quando papai colocou a mão na bunda da minha mãe e ficou acariciando... logo vi seu pau endurecer...
Papai aos poucos subiu em minha mãe e ficou roçando discretamente o pau na bunda dela...minutos depois percebi minha mãe ofegante...papai estava penetrando ela...eu via papai se enfiando nela lentamente, entrando e saindo dela. Então movida pela curiosidade dos meus 9 anos, fui para trás dos dois e papai abriu as pernas em cima de minha mãe... tudo o que eu via era o enorme saco dele. Então ele ficou de lado com ela, e eu pude ver o pau que eu masturbava entrando e saindo da buceta da minha mãe...
Fiquei olhando aquele momento para ver como iria terminar tal ato... papai pediu que ela ficasse de quatro... nesse momento enquanto ela se posicionava para ele, vi o pau de papai duro, rijo e molhado de algo como se fosse um óleo... brilhava muito, então ele enfiou de volta na minha mãe e começou a fode-la...
Minha presença ali, era nada para eles. Papai me mostrou como ele fodia minha mãe... ou melhor como um homem fodia um mulher...
Após alguns minutos, mamãe começou a gemer alto dizendo que iria gozar... então papai a fez gozar e ela gemeu alto me fazendo ficar espantada com aquilo.
Mamãe deitou-se aparentemente cansada e ofegante...
Papai olhou para mim, me chamou com a mão e me pediu para faze-lo gozar... eu continuei com os movimentos... papai colocou uma das mãos em minha bunda... senti um de seus dedos em meu cú... e logo ele gozou nas costas da minha mãe deixando-a coberta de esperma.
Neste dia eu senti vontade de fazer sexo, só para sentir o que minha mãe sentiu...
Foi assim durante toda a minha adolescência.
Hoje tenho 26 anos sou casada tenho dois filhos, um de 15 e outro de 12, e permito que eles me vejam nua, tomem banho comigo, e estou iniciando uma relação com o meu mais velho.
By Viviane


Seduzi o meu Sobrinho

Olá. Meu nome é Amanda e tenho 24 anos. Sou loira, 1,70 m, razoavelmente popozuda. O que vou contar a seguir aconteceu no último verão. Tenho apartamento no litoral de São Paulo, de frente para o mar. Não é muito grande mas dá para se divertir com a família. Dessa vez levei minha irmã mais velha, seu marido e seu filho de 17 anos, que é muito gato. Ele é moreno, magro e da minha altura. Delicioso. Comecei a admirá-lo mais ainda quando o vi sem camisa pela primeira vez. Um tanquinho maravilhoso. Eu olhava para ele e só tinha pensamentos pecaminosos. Sabia que era errado mas não conseguia me conter. No primeiro dia segurei a onda. No segundo não aguentei mais. Comecei a provocá-lo. Na praia, ficava ajeitando o biquíni e verificando a marquinha na frente dele... Pedia para ele passar bronzeador... Até deixei que meu peito escapulir para fora do biquíni quando bateu uma onda mais forte. Mas nada. Ele se mostrava muito respeitador. Isso só me deixou com mais vontade de experimentá-lo. Nessa noite mal dormi.
No dia seguinte foi a mesma coisa, mas não pegou nada. Só fiquei mais louca. Não dormi direito de novo. Certo momento, durante a madrugada, percebi que meu sobrinho levantou para ir ao banheiro. Eu estava dormindo no sofá da sala, bem no caminho do banheiro. Rapidamente tirei o lençol de lado e fiquei de bruços, com o popozão para fora da camisola, fingindo que dormia. Eu estava com uma camisola pink não muito curta de cetim. Minha calcinha não era fio-dental mas era pequena, bem enterradinha, na cor rosa. Na ida, quando ele passou por mim, diminuiu o passo. Na volta ele ficou parado perto de mim um tempão. Foi para o seu quarto e voltou. Mesmo com os olhos fechados senti um clarão. O safado tirou uma foto! Depois outra e mais outra. Adorei! Depois que ele foi embora dormir, consegui relaxar e dormir.
Na manhã do terceiro dia compensei o sono atrasado e acordei depois de todo mundo. Levantei e todo mundo já tinha tomado café e já ia se aprontar para mais um dia de praia. Quando minha irmã e seu marido entraram no quarto para se trocar, meu sobrinho ficou sentado em uma cadeira. Fui na cozinha e peguei um iogurte. Quando vi meu sobrinho todo delicioso sentado naquela cadeira sem ninguém por perto, me aproximei e sentei no colo dele como se fosse a coisa mais normal do mundo e continuei a tomar meu iogurte. Seu pau ficou duro na hora. Parecia ter um bom volume. Eu fingia que nada acontecia mas estava adorando. Ele colocou sua mão na minha cintura e começou a tactear a tirinha lateral da minha calcinha. Ouvi a porta do quarto abrir e levantei correndo. Comecei a fazer hora para ver se minha irmã e seu marido desciam. Depois de um tempo deu certo. Os dois desceram para a praia. Fui na sacada e esperei um tempinho para me certificar que os dois tinham descido mesmo. Quando achei seguro, voltei para a sala olhando para meu sobrinho com cara de safada. Ele estava de pé, então cheguei mais perto, virei de costas para ele, coloquei suas mãos na minha cintura e comecei a roçar seu pau com minha bunda. Ele tem o meu tamanho, o que deixa o encaixe perfeito. Ele começou a alisar meu corpo por cima da camisola, acariciou meus seios, meu púbis... Puxei uma cadeira que estava perto e fiquei de joelhos em cima dela. Coloquei minhas mãos para trás e abaixei sua bermuda, expondo seu pau delicioso. Ele levantou minha camisola, arriou um pouco minha calcinha e foi me penetrando lentamente. Começou a bombar de vagarzinho e foi aumentando a intensidade aos poucos. Sentir aquela tora dentro da minha xaninha me deixou louca e comecei a gemer muito alto. Ele mordia meus ombros, pescoço e apertava meus seios com firmeza, mas sem machucar. Depois de uns cinco minutos ele gozou e continuou bombando. Ao sentir seu leitinho jorrando de dentro da minha xaninha e escorrendo pelas minhas coxas, gozei. E ele continuou bombando. Fiquei uns dois minutos meio atordoada e trémula. De repente ele tirou seu pau melado de porra de dentro da minha xaninha e apontou na portinha do meu cuzinho. Estava meio zonza e não tive reacção. Ele foi enfiando e me arrombando aos poucos. Eu estava tão fora de si que doía mas eu estava gostando. Fiquei em êxtase. Fique mole e sem forças, comecei a me debruçar para frente. Ele me puxou de volta pelos cabelos e ficou me comendo como se estivesse me cavalgando. Ficamos assim uns dez minutos até ele gozar dentro do meu cuzinho. Só aí ele parou. Nunca fui tão bem comida na minha vida...
By Amanda


Transei com o meu filho, sem saber...

Olá chamo-me Teresa e o que vou contar aqui, é a mais pura das verdades, tão verdade como estar aqui a escrever neste momento. Sou uma mulher já com 59 anos, o que significa que já passei muito na vida, já passei bons bocados, maus e outros que já nem me lembro por tão insignificantes que são. Bom mas vou começar a relatar o que me vai na alma e me está a martirizar para o resto da vida. Tenho sofrido muito calada até ao ponto de não aguentar mais, e escolher está forma de desabafo para ver se me acalma a tormenta. Como já tinha dito, tenho 59 anos e sou uma mulher completamente simples, um pouco forte, derivado também a idade e sem aquelas medidas que fazem os homens fiquem parados a olharem para eles. Sou divorciada a cerca de quinze anos e tenho um filho que se chama Afonso que faz para o mês que vêm 26.Eu sou reformada ou seja, já não trabalho e o meu filho é empregado num restaurante que por acaso fica bem perto da nossa casa. Desde a separação do meu marido tenho passado muito até porque até bem a pouco tempo o único dinheiro que entrava em casa, era o dinheiro da minha reforma. Sempre tentei dar uma boa educação ao meu filho, dentro das minhas possibilidades, e as vezes pergunto-me se valeu a pena porque, alem de vivermos na mesma casa, quase não nos falamos. Tudo se passou da seguinte forma: Acerca de quatro meses foi a época de carnaval e como é costume aqui em Peniche, toda a gente se diverte da forma que mais lhe convier. Nesse dia de carnaval recebo uma chamada de uma amiga, a perguntar se não queria ir a uma festa particular de carnaval, para me divertir um bocado que já estava a precisar. Eu respondi, eu não Rosa, vou lá agora para uma festa de carnaval, eu já estou velha para essas coisas. Ao qual a Rosa responde: deixa de ser parva e vêm, vamo-nos divertir, vai ser bom para ti e para mim, aliás ó Teresa, há quanto tempo não sais de casa? Mais há quanto tempo não dás um pirafo? ROSA... respondi eu já envergonhada, tu sabes que desde que me separei, nunca mais tive ninguém, e não era agora que ia pensar nisso. A Rosa responde: eu sei, eu sei, mas também não estou a dizer nada de mal. Olha fazemos assim, vais vestir o teu fato de varina, que eu vou vestir o meu e não podes levar cuecas. O quê Rosa...disse eu. Sim veste o teu fato e não podes levar cuecas, olha depois falamos, vou-te buscar as 22 H Ok, e desligou. Eu nem queria acreditar no que tinha acabado de ouvir, até estava a tremer. Olha agora esta, mas porque será que a rosa me disse para não levar cuecas, alias é uma coisa que eu nunca fiz, foi andar sem as cuecas vestidas, nem tão pouco essa moda de hoje em dia de andar de fio dental. Fiquei pensativa durante algum tempo, até que me apercebi que aquela conversa toda, estava a mexer comigo e até me sentia um pouco excitada, o que já nem me lembrava como era. Pus a mão debaixo da saia, desviei um pouco as cuecas, e como já estava a espera tinha a cona toda molhada. Meu deus disse eu, porque é que estou assim, toda quente a tremer, enquanto pensava nisto ia passando os meus dedos pelo meu grelo, quase como que por instinto, e comecei a bater uma bela duma punheta, e de olhos fechados só pensava num belo caralho a foder-me toda, tentava pensar num caralho, mas o único que via era o do meu ex marido, alias porque foi o único que vi ao vivo até hoje. Estava tão distraída nisto que oiço a campainha da porta a tocar. Olhei para o relógio e aí é que me apercebi das horas, já eram 19.30 e era a hora que o meu filho costuma chegar a casa. Só tive tempo de me recompor e ir até a porta para a abrir. Olá mãe boa tarde diz o Afonso, alá filho disse eu, então como correu o trabalho? Perguntei. Como de costume, estou arrasado, hoje foi um dia em grande, olha o que é o jantar? Pergunta o Afonso. Caiu-me tudo ao chão, nem sequer me lembrei mais do jantar. Olha filho a mãe não fez jantar ainda, porque adormeci no sofá, sabes estive a fazer umas limpezas da parte de manhã, e a seguir ao almoço estendi-me aqui no sofá e acabei por adormecer. Não faz mal mãe, o Pedro, um colega do meu filho lá do restaurante, convidou-me para ir a uma festa de carnaval mais logo e se calhar acabo por comer qualquer coisa por lá. Não queres mesmo que te faça nada rapidinho? -não mãe deixa estar eu logo me arranjo, e com isto foi para o quarto despir-se para ir tomar um banho. Passado pouco tempo estava eu sentada no sofá a ver televisão, vem o meu filho. Mãe e tu vais ficar por casa o vais a algum lado, fazia-te bem sair um pouco, apanhar um pouco de ar fresco e divertir-te um bocado. A rosa ligou-me para sair, mas não sei se vou, estou um pouco cansada. Tu é que sabes mãe, bem vou ter de ir andando ter com o Pedro. Tchau mãe. Tchau filho. E lá foi ele. Passado pouco tempo do Pedro sair, chega a rosa. Então mulher ainda estas assim? Como querias que estivesse respondi eu. És mesmo parva dizia a rosa, vai lá te vestir vamos brincar ao carnaval as duas. Olha lá rosa, que historia é essa de não vestir cuecas? A Rosa começa a rir num pranto. Olha aqui, disse ela, e ao mesmo tempo levanta as saias, estas a ver, não estava a brincar também não têm cuecas vestidas. Olhei e realmente não era mentira, lá estava a rosa sem cuecas e com uma cona farta de pintelhos, aliás como eu, nunca me rapei na cona. Ó rosa diz-me uma coisa, esta história de ir sem cuecas esta a fazer-me confusão a cabeça, ao que ela explicou. Vamos a uma festa particular como já te tinha dito, esta festa, é realizada todos os anos por esta altura, e a única pessoa que se pode conhecer é a pessoa que é dona da casa, porque todas as outras como estão mascaradas, ninguém sabe que são, por isso podemos fazer o que quisermos que ninguém vai saber. Fazer-mos o que quisermos, como assim, perguntei eu. Ai mulher diz a rosa, és mesmo uma anjinha, se vamos sem cuecas, se é uma festa onde ninguém se conhece porque estão mascaradas, quer dizer que podes foder com quem quiseres, que ninguém vai saber, nem te chatear mais. O que ela respondeu, era o que já estava a espera de ouvir. Ó rosa tu sabes que só tive um homem na vida, mesmo que ele tenha sido um porco e me tenha abandonado, mais ao meu filho, eu nunca mais tive ninguém, e não me estou a ver, a ir a uma festa e acabar por foder com uma pessoa que nem sequer conheço. A rosa responde. Não penses assim, velhos são os trapos e tu ainda estas a tempo de gozar a vida, sem teres de estar sempre fechada em casa a lamuriar-te, e sozinha, como se o mundo lá fora não existisse. Bem isso é verdade disse eu, vamos lá a festa então, mas olha que não vou fazer maluqueira nenhuma. Como queiras respondeu a rosa, mas tenho de te avisar de mais uma coisa, quando lá chegarmos, vais encontrar todos os homens nus da cintura para baixo, não vais reconhecer ninguém porque vão estar todos de mascaras, por outro lado as mulheres vão estar com as 7 saias, à moda das varinas e sem cuecas por baixo. São os homens que se gostarem de uma certa mulher se vão aproximando, é proibido para ambos falarem, até porque se falassem perdia toda a graça, e mais, se fores escolhida por um homem e estiveres com vontade de avançar, tens de deixar ele fazer-te tudo, inclusive comer-te o cú, caso queira, percebeste? Sim rosa, percebi tudo, mas nada disso vai acontecer comigo, bem vou-me então vestir. Fui para o meu quarto para trocar de roupa. Enquanto me despia e começo a ver o meu corpo nu, começo a pensar nas palavras da rosa, e sinto o meu grelo a palpitar, cheio de tesão, e digo para o espelho. Que se foda, a minha vida têm sido uma merda, e se aparecer alguma coisa para o meu lado quem sabe. Acabei de me vestir e fui ter com a rosa. Estou pronta Rosa, podemos ir, a rosa disse-me logo - espera ai menina, primeiro levanta as saias para ver se esta tudo bem. Levantei a saia e lá estava a minha coninha, com o tufo de pelos invejáveis. Metemo-nos no carro da rosa e lá fomos, durante a viagem a rosa pergunta-me como é que o meu filho se tinha mascarado, eu respondi que não sabia porque ele tinha saído de casa com roupa normal, mas levava um saco, que ele dizia que era a fantasia para vestir na festa que o Pedro, o amigo dele, tinha convidado. Estávamos nós em plena cavaqueira a caminho da festa e vejo a rosa a esticar o braço direito, para o banco de trás e dá-me uma mascara para a mão e diz toma esta é tua, com isso ninguém vai saber quem és. Chegamos então ao local da festa, pusemos ambas as mascaras e tocamos a campainha para entrar. Entramos, e realmente estava tudo como a rosa tinha descrito, as mulheres estavam todas vestidas de varinas e com mascaras, e os homens também de mascaras e todos nus da cintura para baixo. Sentamo-nos num sofá que ainda não estava ocupado por ninguém e lá ficamos a observar e conversar, durante um bom bocado de tempo. Enquanto isto viro-me para a rosa e comento, olha ali junto ao bar aquele homem que não tira os olhos de mim há um bom bocado. Qual? Pergunta a rosa. Aquele ali, que esta junto ao bar com o copo na mão. Há sim já vi, e têm uma piça, que qualquer mulher aqui dentro, gostava de ter dentro dela, diz a rosa. É verdade, respondo, e se não soubesse que o Afonso tinha ido a uma festa mais o Pedro, quase que jurava que era ele, o tamanho, o corpo, a postura. Achas, disse a rosa, aqui é o último sítio que alguma vez o teu filho viria. Tens razão disse eu. A Rosa falava, falava, baixinho claro para ninguém ouvir, porque não se podia falar, mas eu já nem a ouvia, estava olhar para aquele homem, que também estava a olhar para mim e a pensar, que raio é que o tipo via numa mulher como eu, porque pelo corpo que ele tinha, não devia ter mais de trinta anos, e havia mulheres de certeza, bem mais jovens do que eu na festa. Enquanto estava com estes pensamentos, não tirava os olhos daquele belo caralho, e continuava a pensar, fogo se aquela piça é daquele tamanha assim, imagino como que será aquele caralho todo teso. Comecei a ficar completamente excitada e com a cona toda molhada, louca de tesão, e só pensava, que isto não podia passar dali, mas que também desejava aquilo, desejava ter aquele caralho todo grosso dentro de mim. E o raio do homem que não tirava a vista de cima de mim, até que houve um momento de perfeita loucura, quando vejo o caralho dele a começar a inchar e a ficar cada vez maior, e também não me contive mais, abri um pouco as pernas e deixei-o contemplar a minha coninha, que já estava toda melada. Ele não esperou mais e veio ter comigo, e eu continuava de pernas abertas, com a cona toda a mostra, ele ajoelhasse e com o dedo indicador, passa-o pela minha cona e de seguida, leva-o a boca. Levantasse agarra-me na mão esquerda e leva-me para o piso de cima onde estavam os quartos. A primeira porta que abriu, estava um casal também a foder, como não se podia falar, isso era uma regra, fechou a porta e seguimos para o próximo quarto, que por acaso estava vazio. De seguida faz-me por de gatas, levanta-me as saias e encosta aquele caralho todo grosso a porta da minha cona, e fica a passar a cabeça da pixota para cima e para baixo. Nem sequer houve direito a preliminares, mas também com o meu estado de excitação e o dele, se calhar nem era mesmo preciso, penso que os dois só pensávamos em foder ardentemente. Ele de uma forte estocada enfia aquele caralho todo pela cona adentro. Com isto vieram-me as lágrimas aos olhos, porque a muito tempo que não fodia, e a minha coninha estava toda apertadinha. Ele começa, num vai vêm frenético que me estava a deixar louca de tanto tesão que estava a sentir, e a pensar, como tinha perdido estes anos todos com parvoíces. Ele continuava com fortes estocadas na minha cona, e começou a pôr-me um dedo no cu. Fiquei como doida mesmo, mas também com medo, se ele pensasse por aquele caralho no meu cu virgem. Ao fim de 5 minutos de foda frenética, esporrou-sse todo na minha cona. Nem sei o que vos diga, foi a melhor foda da minha vida, nem o meu ex. marido me fodeu assim. Ia-me para me virar a pensar que ia poder chupar aquele belo caralho, porque já estava louca para o ter na boca, mas ele não deixou e fez sinal para continuar naquela posição. Olhei para o caralho e continuava super rijo. Começa a cuspir para o meu cuzinho, que já estava a latejar, mas também cheio de medo, e quando estava bem besuntado, encosta a cabeça da pixa no meu cu, e tenta forçar a entrada bem devagar. Dos meus olhos só escorriam lágrimas de doe e tesão ao mesmo tempo, mas a sensação dupla de dor e tesão era ao mesmo tempo muito agradável. Quando tinha o caralho todo enfiado pelo meu cu acima, começou uma penetração suave e cadenciada, e passado um bocado, fodeu-me o cu mesmo a bruta, ao ponto de pensar que me ia rasgar o cu todo. Passado um bocado comecei a sentir palpitações daquele belo caralho que tinha enfiado no cu, o que significava que ia receber mais um banho de esporra, e enfim veio-se como um louco e eu também, mas ao mesmo tempo que se estava a esporrar grita. AI MINHA MÂE. Fiquei com o coração gelado, levantei-me bruscamente, tirei a minha mascara, arranquei também a dele, e constatei o que não queria e era a ultima coisa do mundo e da minha vida que alguma vez pensara em fazer. Era o meu filho Afonso. Ficamos um bom bocado a olhar um para o outro. Eu a escorrer esporra da minha cona e do meu cu pelas pernas abaixo. Ele de pau já murcho a olhar e sem dizer também uma palavra. Peguei vesti-me e sai a correr dali desfeita em lágrimas, passei por a rosa e nem sequer lhe falei, apanhei um táxi e fui para casa. Até hoje nem eu nem ele conseguimos tocar no assunto, alias as nossas conversas têm sido só, bom dia, boa tarde, boa noite e pouco mais. Estou completamente desesperada e não sei se algum dia vou conseguir ultrapassar isto. Peço a todas as mulheres que um dia venham a ler esta história verídica, me mandem emails (teresa_conceicao@sapo.pt) a relatar as situações ou se preferirem, a darem-me conselhos de como ultrapassar isto. Um grande abraço. Teresa.
 
Confesso que Pequei | TNB