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Trepei com um estranho

Sou Paulinha, tenho 32 anos, casada, sempre entro na Net e falo com muitos homens, mas nunca tinha tido coragem de sair com nenhum deles, propostas apareciam as mais diversas q possam imaginar, parece q o fato de ser casada facilita bastante, todos os homens querem fazer sexo com mulher casada. Mas eu sempre procurava um cara diferente, que não fosse babaca. Numa tarde de sábado, meu marido viajava, eu estava sozinha em casa, sem nada para fazer, então resolvi entrar num site de bate-papo, estava com muito tesão e queria encontrar alguém legal para transar, estava disposta e com coragem para trepar com um estranho.
Entrei no chat, mas só tinha babaca como sempre....fiquei por ali de bobeira, quando vi um cara entrando com o NICK “querogordinha” (Como sou uma mulher fofinha fui logo falar com ele) Mas sem muito entusiasmo pois já havia tentado tanto e nada. Felizmente logo percebi q ele era um homem inteligente, então nosso papo deslanchou, falamos sobre tudo um pouco, ele também casado 38 anos e ainda as 18:30 estava no trabalho em pleno sábado, trocamos MSN e continuamos o papo, ai a coisa rolou solta, começamos a falar de sexo, falei do quanto estava tarada e que estava sozinha e com fome, pois até aquela hora ainda não havia comido nada. Ele disse que ia me socorrer que me levaria para comer e me comeria. Nossa fiquei com maior tesão nele, mas ele deixou uma coisa bem clara queria me enrabar, pensei nossa!!! E agora eu nunca havia dado o rabinho, embora a vontade fosse muita, toda vez que começava doía e eu fugia, mas mesmo assim topei me encontrar com ele. Mesmo com muito medo, disse onde ele deveria ir, perto de minha casa, fiquei com medo de dar o endereço. Trocamos telefone e ele disse que quando chegasse perto me ligaria. Então disse que estava com medo, mas mesmo assim iria, iria armada, por motivos de precaução, ele nem se abalou por isso, parecia não se preocupar com nada. Fiquei realmente atraída por aquele homem inteligente e interessante O engraçado e ao mesmo tempo amedrontador foi que no final de nossa conversa pelo MSN, foi que perguntei a ele se depois que saíssemos ele poderia me deixar na casa de minha mãe em outro bairro, ele disse que não teria problema, daí escreveu assim: VOU ESTRUPAR VOCE E DEPOIS ENTREGAR PRA SUA MAE.
Isso me proporcionou um misto de medo e tesão, inexplicável, não sabia se era brincadeira ou se ele falava serio. Desliguei o computador e fui tomar um belo banho, mas a cabeça não parava, “será que vou?” O medo tomava conta de mim, “ ser enrabada por um completo estranho?” Isso tava me deixando louca, foi um banho mais que demorado, lavei os cabelos. Quando sai do banheiro o telefone tocou, era ele, fiquei gelada, ele disse Paulinha estou aqui onde você pediu para espera-la. Fiquei tremula e disse: Tudo bem, me de 5 minutos estarei ai. Então fui me vestir com calma, com uma calma que eu desconhecia, sabia que encontraria um completo estranho apenas para me foder e isso me excitava muito. Quando fui vestir a calcinha percebi que minha xota estava muito molhada. Vesti a roupa como num ritual, como um animal que sabe que será abatido.
Sai e fui encontra-lo na rua depois da minha, estava tremula, mas tinha levado minha arma, estava escuro, vi o carro que ele tinha mencionado, caminhei para ele, a porta se abriu, entrei e nem tinha coragem de olhar o homem que estava ao meu lado. Nos cumprimentamos e ele arrancou com o carro, minhas pernas estavam bambas, minha garganta seca, mas o tesão pela situação era grande, sentia minha xota molhada e meu cuzinho piscando.
A medida que o carro andava eu tentava olhar meu fodedor, ele era negro, aparentava mais jovem, foi só depois que andamos uns 3 km que percebi que estava diante de um negro lindo. Fomos directo a um motel, chegando lá ainda bastante tímida, conversávamos de assuntos quotidianos, ele foi directo pró banho, por que estava no trabalho. Sem nenhuma timidez se despiu perto de mim, mas meus olhos não o encararam, mas pude de relance perceber que tinha um kct lindo, apesar de ainda estar mole.
Fui para cama e fiquei mexendo nos botões para ligar luzes, Tv....muito apreensiva ainda com o que me esperava, ele não demorou muito para vir ao meu encontro. Quando chegou na cama me surpreendeu, já foi logo tirando a minha roupa, me beijando.....sabia realmente o que queria, depois de tirar toda minha roupa e me beijar bastante, me colocou de costas e começou a lamber minha bunda.....lentamente, lambeu muito minha bunda, depois foi entrando com sua língua no meu rego....lentamente, mas com lambidas intensas que me faziam gemer e arrepiar. Tentei resistir, mas foi inútil ele segurou meus braços para trás, como estava de costas, nem me mexia, então desisti, relaxei e passei a gemer mais, pois o tesão só foi aumentando, principalmente depois que ele desceu pró meu rabinho, que tesão, nunca tinha sido lambida daquela forma, ele enfiava a língua no meu rabinho e eu delirava...ficou nessa posição por muito tempo...uma eternidade, não aguentei gozei umas duas vezes assim, mas ele não parava.começou a lamber o interior das minhas coxas, isso foi demais, não dava para aguentar tive que gozar de novo, então ele resolveu explorar minha xota, que linguaaaaaaaaaaaa. Lambia e sugava meu grelito, a entrada dela colocava o dedo dentro....isso me deixava louca, gozei mais....gozava sem parar, como um completo estranho conseguia me causar tão grande tesão, fiquei tão concentrada no que estava acontecendo que mal prestei atenção no kcte que estava bem ali pertinho de mim, quando vi direito me assustei, devia ter uns 20x6, era lindo..recto e com uma cabeça brilhante, isso me deixou mais excitada ainda, se é que tinha jeito, o estranho continuou me lambendo e chupando como num ritual, depois de explorar bastante minha xota, veio prós meus seios, eu não parava mais de gozar ele literalmente os mamava, ora um depois o outro, e nesse momento já falava sandices para ele: CACHORRO VO GOZAR DE NOVO, VOCE SO QUER ME FAZER GOZAR SEU CACHORRO, EU GOZO, TA VENDO EU GOZO. Então ele veio por cima dos meus seios e colocou aquele pau lindo na minha boca, eu estava tão vislumbrada com aquele estranho que mal sabia o que fazer com aquele mastro. Mas logo me recuperei e comecei a chupar e passar a língua, ele gostava, mas mesmo assim voltou a me colocar de costas e lamber muito meu rabinho, eu delirava, gemia e gozava como nunca antes, foi ai que percebi que ele queria mesmo me enrabar, esse pensamento crescia mais ainda meu tesão, “daria meu rabinho pela primeira vez”, era o pensamento que vinha a minha cabeça.
Então ele se me virou e disse: Vou foder você agora. Eu cheguei ficar arrepiada com aquelas palavras incisivas ecoando nos meus ouvidos, ele colocou a camisinha e começou a colocar lentamente na minha xota, AFFFFFFFFFFFFFF que delicia, aquilo foi demais, ele realmente sabia com foder uma mulher, ia colocando lentamente, as vezes parava para sentir eu gozando, pois eu não parava mais de gozar, fodia com maestria, enquanto continuava naquele ritmo me fazendo ir ao céu ele começou a falar: DAQUI A POUCO VOU FODER SEU RABINHO.....EU NEM PRECISAREI FAZER FORÇA, EU SO VOU ENCAIXAR ELE NA PORTINHA E VOCE VIRA DE ECONTRO COM MEU CORPO E ELE ENTRARA TODO, QUERO GOZAR LA DENTRO. Eu dizia que não podia, que nunca havia feito, mas ele continuava. NÃO ME IMPORTO COM ISSO, QUERO VER ELE TODINHO DENTRO DO SEU RABINHO LINDO. Mudamos de posição, ele me colocou de quatro na beira da cama e ficou de pé e continuou a enfiar aquela maravilha dentro de mim e eu já nem sabia mais quando gozava, tive orgasmo múltiplo nessa posição. Aquele estranho tesudo continuava dizendo que foderia meu rabinho, mas eu dizia não....não....não.....ele então disse: NÃO TEM PROBLEMA EU SOU PACIENTE, VOCE AINDA VAI PEDIR PRA EU ENRABAR VOCE FIQUE TRANQUILA.
Mais ele continuava fazendo um vai e vem com maestria na minha xota e eu não parava de dizer sacanagens incontroláveis foi assim gemendo que ele anunciou o gozo. Eu senti um misto de alívio e decepção, pois sabia que no fundo queria ser enrabada por aquele negro lindo. Foi ai que percebi o quanto estava cansada. Não poderia recomeçar tudo de novo, pois ainda teria que ir para casa da minha mãe.


By Paulinha

O desejo saciado

Daniel bateu na porta. Era quase meia-noite. Palu já estava deitada. Tinha que acordar cedo no outro dia. Quando ela abriu a porta viu que ele não estava só. Tinha com ele um amigo. E que amigo! Um homem moreno, forte, másculo. Daqueles que se vê na rua e se deseja imediatamente. Ela ficou pensando o que ele poderia querer àquela hora indo na casa dela acompanhado. Deixou os dois entrarem e ficou esperando que ele dissesse por que veio, o que queria. Ele simplesmente apresentou o amigo e veio ao encontro dela e a beijou. Aí ela se deu conta que estava com uma simples camiseta velha, daquelas que praticamente não tapa nada, só aconchega o corpo. Não tinha mais nada no corpo. 
 
 
Sem pudor nenhum, enquanto a beijava ele começou a acariciá-la, passando a mão pelo corpo dela, agarrando os seios, beijando o pescoço. Levou uma das mãos entre as pernas dela. Ela começou a gemer de prazer, e aí, nesse exacto momento abriu os olhos e se deu conta que o amigo dele estava ali. Olhando prós dois, quieto, parado a esperar. Mas esperar o que? Ele ainda não tinha dito o porquê de estarem ali. E ao mesmo tempo em que ela queria que ele parasse com aquelas carícias, ao olhar pró amigo invés de ficar encabulada ela ficou mais excitada. Excitada como nunca tinha ficado. Mas, precisava parar! Tinha que saber o motivo de estarem ali e se ele quisesse continuar com aquilo, tinham que ir pró quarto, ficar a sós. Apesar de que aquele homem estranho a excitava mais do que o próprio namorado. Só com o olhar. Ela conseguiu libertar-se dos braços e das mãos dele e perguntou o que estava acontecendo. Ele explicou que precisava que ela ajudasse o amigo dele. Palu perguntou como poderia ajudar um estranho àquela hora da noite? Daniel disse que ele estava precisando de um lugar pra dormir e pra ficar por uns dias. Porque ele não era dali e estava sem lugar pra ir. E, na casa dele, como ela sabia, não dava. Ele morava com uma filha e com a mãe. 
 
 
E além de não ter lugar, teria que explicar muito. Ela refutou. Perguntou o porquê de não ir pra um hotel. Daniel disse que não dava e que justamente ele tinha imaginado que com ela não teria problemas, porque não teriam perguntas. Ela terminou concordando. Recém aí ele foi apresentado a ela. Chamava-se Raul. Sentaram os três na sala e ficaram conversando por um tempo. A casa dela era grande, tinha outro quarto e Raul não ia precisar dormir na sala. O que a deixou aliviada, porque já o olhava e pensava que não iria resistir passar por aquele homem deitado, dormindo na sua casa se o tivesse que ver assim. Quando ela se deu conta, estava sentada a vontade. Como ficava com Daniel. As pernas encima do sofá, se mi abertas, mostrando o seu sexo. O ombro da camiseta caia pra um lado deixando entrever um seio. Imediatamente ela olhou pró Raul e se deu conta que ele estava conversando, mas estava olhando pra ela. Analisando aquela mulher ali, linda, no meio da noite, à vontade. E a estava desejando, mas ao mesmo tempo dizia que isso não era correcto, pois Daniel estava sendo muito legal, o estava ajudando. Parecia que ali só Daniel não se dava conta do clima de excitação e desejo que estava inundando aquele ambiente. Resolveram ir deitar. Ela levou Raul até o quarto e mostrou a ele onde era o banheiro e a cozinha, deixando-o a vontade. Deram-se boa noite e ela foi ao encontro de Daniel. Este já estava no quarto dela. Na cama dela. Esperando-a. Quando ela chegou ao quarto e foi fechar a porta, Daniel disse que a deixasse aberta. Palu não entendeu, mas concordou. 
 
 
Deitou-se e ele simplesmente disse pra ela que queria a porta aberta porque tinha visto como ela tinha ficado excitada com o fato do Raul estar ali com eles e vendo eles se acariciarem. Aí, corriam o risco de ele ouvir os gemidos, os gritos, todos os sussurros do prazer deles, e ela sabendo disso ia ficar louca de desejo. E, confessou que isso o tinha excitado também. Começaram a se tocar. Como o tesão tinha ficado muito aflorado já com o que tinha acontecido antes, eles estavam loucos pra se saciarem. Daniel a agarrou com vontade, virou-a de bruços, levantou os quadris dela e a penetrou por trás. Ela de quatro na cama começou a gemer e a gritar: - isso faz assim! Me agarra, me come, não para. Isso! E, enquanto dizia isso e ficava toda molhada de prazer, pensava em Raul no quarto. No que ele estaria pensando. Sim, porque com certeza, escutando ele estava. Até porque ela, quer dizer, não só ela, os dois estavam gritando e gemendo bem mais alto do que sempre faziam. Ficaram ali, sendo um do outro por horas. E ela tinha que acordar cedo. Mas, agora era tarde. Por que já estava quase amanhecendo quando os dois exaustos se largaram. O quarto tinha no ar sexo, cheiro de sexo. De corpos suados e saciados. Mas, mesmo exausta e já quase desfalecida de prazer, Palu ainda tinha na cabeça Raul. Sim, ele estava ali. Na verdade ele tinha estado ali a noite toda. Daniel caiu ao seu lado exausto, e logo adormeceu. Ela ainda se levantou e foi ao banheiro, dentro de seu quarto mesmo. Resolveu ainda ir até a cozinha pra pegar água, pois estava seca, sedenta. E ao mesmo tempo queria ver se Raul dormia. Se dormia de porta fechada, ou se de porta aberta. Sim, porque ela na verdade queria saber sem perguntar, se ele tinha escutado eles a noite toda ou se tinha tentado não escutá-los. Passou pelo quarto dele e a porta estava se mi aberta. Não aguentou e espiou. Raul dormia. Dormia nu, completamente nu. Ela ficou ali na porta admirando aquele corpo escultural. Sim. Daniel era um cara legal, bom de cama, mas era um homem comum. 
 
 
Ela gostava dele, já fazia um bom tempo que estavam juntos, mas um homem como Raul ela nunca tinha tido a oportunidade de ver nu e muito menos dentro de sua própria casa, dormindo. Entregue, inerte, indefeso. Ele se mexeu e ela assustada saiu dali e foi se deitar. Logo tinha que levantar já pra ir trabalhar. Não tinha como não ir. Mas enfim, ia ir saciada. Cansada mas plena de prazer. Dormiu umas duas horas e se levantou. Foi tomar um banho, um café pra acordar e saiu. Os dois homens dormiam ainda. Passou o dia. À tardinha, quando ela chegou em casa, abriu a porta e quando entrou na sala se deparou com Raul muito a vontade. Sentado ali como se estivesse em sua casa. Daniel tinha acordado e ido embora. E, tinha deixado dito a ela que hoje não teria como aparecer, até porque ela deveria estar cansada e iria dormir cedo. Raul a tranquilizou. Disse que ela não se preocupasse com ele. Que fizesse o que sempre fazia que ele não queria incomodar e que iria resolver essa situação o mais rápido possível. Ela disse que ele não se preocupasse com isso, que ele não atrapalhava. Pois ela passava o dia fora e a noite quando estava em casa se quisesse iria pró seu quarto. Bom, resolveram aí então como seriam as regras daquela convivência “forçada”. Os dias foram passando. Os dois foram ficando cada vez mais próximos e mais íntimos. Ela agora já não se importava de andar com aquela camiseta pela casa. Embora adorasse porque sabia que o deixava louco. Via por baixo das roupas dele que ele ficava de pau duro, completamente excitado. E aí eles estavam levando, um provocando o outro. Aí, quando chegava Daniel ela já ia afoita beijá-lo e começava a acariciá-lo na frente de Raul, o pegava pela mão e iam pró quarto. Sempre deixando a porta aberta. Raul já estava num ponto que não sabia mais o que fazer. Não aguentava mais ouvir os gemidos daquela mulher que ele desejava ter. Desejava penetrar, comer, trepar, amar. Naquele dia ele não aguentou. Enquanto os dois se amavam ele, na sala mesmo tirou o pau teso, molhado já de tesão e enquanto ela gemia ele se tocava. Começou a se masturbar ali mesmo. Logo jorrou o prazer dele, o gozo dele. Não demorou nada, pois ele já estava louco por isso a muitos dias. Nem se deu conta que o barulho no quarto tinha parado. Quando acordou do êxtase que se encontrava se deu conta que Palu estava ali na sala. Estava olhando pra ele. Fixa, parada, nua, e toda molhada com a cena que tinha acabado de assistir. Ela tinha saído do quarto pra buscar um vinho pra eles tomarem e quando foi chegando à sala começou a ouvir gemidos e grunhidos baixinhos. Deu-se conta que era Raul e foi silenciosamente ver o que ele fazia. Ficou enlouquecida de prazer. Chegou a gozar só olhando ele se masturbar, ficou louca de vontade de ir até ele e enfiar o pau dele na boca. Chupar todinho. Tomar a porra derramada, que melava todo o falo dele, mas não. Ficou ali só olhando. Com o seu gozo escorrendo perna abaixo. Daniel os acordou daquele estado de embriagues em que se encontravam. Chamou: - Palu, que aconteceu? 
 
 
Vem logo, trás o vinho que eu to aqui louco pra te amar de novo. Eles se olharam de novo, e ela passou quase que correndo até a cozinha e quando voltou nem olhou pro sofá pra ver se Raul ainda estava ali. Passou-se uma semana e nem Daniel dizia até quando e muito menos Raul falava a respeito de ir embora. Palu já estava sem saber o que fazer e como proceder. Numa terça-feira no final do dia ao chegar da rua Palu estava exausta. O dia tinha sido muito corrido, conturbado. Raul estava na cozinha fazendo algo pra comer e ofereceu a ela, que aceitou e foi pró quarto tomar um banho e mudar a roupa pra tentar descansar. Já estavam íntimos. Como se morassem juntos a muito, que nenhum dos dois se preocupava mais em se esconder do outro. E, ainda assim eles se desejavam ardentemente, mas não ultrapassavam aquela linha imaginária imposta por eles mesmos. Raul deixou tudo pronto na cozinha e foi também tomar um banho. Cada um no seu banheiro, no seu mundo, mas com o pensamento no outro. Ela, enquanto ensaboava o corpo, enquanto passava as mãos nos seios, na barriga, nas coxas, no sexo dela imaginava que quem estava fazendo isso era Raul, e enquanto isso, ele também tinha os mesmos pensamentos. Não tinha um dia que ele não ficasse de pau duro no banho, imaginando penetrar em Palu. Mas, mais uma vez os dois terminaram seus banhos e foram com muito pouca roupa pra cozinha comer. Chegaram juntos. Cabelos molhados, corpos arrepiados do tesão que sentiam. Na verdade a fome deles não era de comida. Era de corpo, de mulher, homem. O que eles desejavam e já não conseguiam mais esconder, era um ao outro. Sentaram ao mesmo tempo um do lado do outro. Na verdade já quase um em cima do outro. Sem dizerem uma palavra Raul tirou a velha camiseta de Palu, e ela tremula tirou o calção de Raul. Era tudo que eles tinham separando seus corpos. Começaram a se acariciar mutuamente, lentamente, como se não fosse assim eles iriam perder o melhor. A vontade era tão grande que os dois tremiam, suavam e a pele já transpirava sexo. Em silêncio Palu foi até o sofá da sala, deitou-se e abriu as pernas pra receber Raul. Ele veio ao encontro dela e imediatamente a penetrou. Ficaram os dois parados, extasiados com o prazer que aquele simples acto de penetrar tinha causado a ambos. Assim como estavam, os dois gemeram juntos e se acabaram de prazer. Bastou ele estar dentro dela pra que eles tivessem um orgasmo como não imaginavam que poderiam ter. O gozo dos dois se misturou e eles exalavam prazer. Seguiram grudados, como se não fosse possível se separarem. 
 
 
E começaram a se beijar alucinadamente, ele agarrou os seios dela com força e mordeu seus mamilos, ela gemeu de prazer. Isso sem ele ter saído de dentro dela. E nem precisou. Com os beijos e com o gemido dela bastou pra ele ficar excitado de novo e começaram aí uma dança sensual. Dança de prazer, de corpos sendo consumidos um pelo outro. No princípio se mexiam lentamente, mas o ritmo foi aumentando, ele entrava e saía dela cada vez mais rápido e ela também mexia os quadris em frenesi. Palu lavava o pénis dele com o gozo dela, se acabando a cada estocada que Raul dava nela. Lavaram o sofá de gozo, de suor. Ficaram assim durante horas. Gozavam e recomeçavam. Não conseguiam parar. A casa toda já tinha o cheiro dos corpos deles. O cheiro do sexo deles. Quando já exaustos, finalmente pararam já era noite e muito tarde. Olharam pró relógio da cozinha e já eram duas horas da manhã. Eles tinham começado a se comerem mutuamente, a saciarem a fome que tinham no início da noite. Ficaram praticamente umas seis horas sem se desgrudarem. Foram comer já tudo frio, mas eles nem se davam conta disso. Depois foram pró banho juntos. Aí voltou ao pensamento de cada um o que eles imaginavam todos os dias desde que Raul tinha ali chegado, e se amaram mais uma vez com a água caindo sobre os corpos. Ela de costas pra ele, ele penetrou ela e a encostou na parede do box e ali gozaram de novo. Chegaram a gritar de prazer e terminaram o gozo rindo. Rindo da vontade saciada daquele banho que a muito era doído e agora por fim realizado. Saíram dali já quase sem forças. Beijaram-se longamente e sem dizer nada foi cada um pró seu quarto. 
 
 
Dormiram como a muito não faziam. Totalmente realizados, completamente felizes e mais, conscientes que agora eles tinham um ao outro. Que amanhã iriam se amar novamente. Que agora aquele era o segredo deles, e a casa era o mundo.
By Não te digo


Sorte de Garanhão!!!

Era uma vez um rapaz jovem que foi trabalhar fora de seu país de origem e não procurava apenas trabalho ou ganhar mais dinheiro, no seu íntimo mesmo estava a procura de novas aventuras e experiências sexuais.
Nesse conto irei me chamar de Fabio e elas de Paula e Renata. Sou um rapaz jovem e solteiro de aproximadamente 1,75 m com um físico forte-atlético e bem dotado (19cm) e Paula deve ter por volta de 1,70m e Renata 1,65m, duas gatas de corpo perfeito com bundas grandes e seios fartos, admito que chego a explodir nas calças só de olhar suas bundas e sentir o cheiro dessas duas fêmeas.
Trabalhamos num órgão do governo que presta ajuda a estrangeiros, fazendo traduções e todos os trâmites para aqueles que estiverem em dificuldades. O serviço e bem tranquilo e sossegado onde passamos a maior parte do tempo digitando registos de problemas relacionados as pessoas que nos procuram.
Tivemos a sorte de estarmos no mesmo sector e em nossos intervalos de almoço e descanso sempre conversamos sobre diversos assuntos relacionados ao trabalho e percebi que Renata gosta de falar algumas sacanagens (indecências) mas Paula sempre demonstra uma certa reprovação nesse tipo de conversa e se mostra mais discreta e recatada.
Confesso que me relaciono melhor com Renata pois também gosto de conversar sobre sexo, e fico com o pau latejando quando ela me conta suas historias. Paula já faz o estilo moça de família e conversamos sobre amenidades e coisas do serviço, ela tem um corpo espectacular o qual destaco a bunda e seios deliciosos...
A alguns dias na saída do serviço convidei Renata para sairmos, beber e petiscar alguma coisa e ela disse que não podia, pois já havia combinado com Paula que ia jantar na casa dela... E Paula nessas investidas sempre me olhava com cara de reprovação.
Certo dia insisti tanto com Renata para sairmos e ela acabou cedendo ao meu convite, combinados de nos encontrarmos perto de onde morávamos e iríamos a um restaurante por perto... Mas ela disse que traria uma surpresa em nosso primeiro encontro.
Fiquei esperando no local combinado e Renata chega trazendo sua surpresa. Ela não estava sozinha e trazia consigo a fiel amiga Paula que naquela noite estava ate que bem simpática e descontraída. Renata e Paula reservaram outra surpresa para mim, elas haviam preparado um jantar regado a muito vinho. O jantar ia ser no apartamento de Paula, por sinal estava muito gostoso e o vinho delicioso...
Depois de jantarmos ficamos conversando e bebendo aquele vinho e percebi que havia muita intimidade entre Renata e Paula pois elas sentaram juntinhas e ficaram de mãos dadas o tempo todo. De repente eu percebi que as duas começaram a trocar carícias e depois se beijar, meu deus que visão do paraíso ver aquelas duas deusas se pegando na minha frente. E eu disse, - bem chegou a minha hora, já esta tarde! E Renata fala, - não espera vamo-nos divertir!
Renata me leva ate o quarto de Paula e as duas iniciam uma transa espectacular com muita chupaçao e esfregaçao em suas bucetinhas e grelinhos rosados. E eu com cara de trouxa só fico assistindo aquilo tudo com o pau latejando de tesão, achando que não iria acontecer nada comigo.
E muito gentil Renata mesmo com a bucetinha de Paula em sua boca se vira e diz para mim, - Fabio você não quer participar da nossa transa? E eu digo, - ta brincando! Fui como um lobo faminto para cima das duas.
Comecei chupando a buceta de Renata que tinha um cheiro maravilhoso e Paula arrancou minha cueca e começou a fazer um oral muito babado fazendo com que eu ficasse mais duro ainda, as duas se mostraram perfeitas vadias. Depois alternamos Renata veio me chupar e eu comecei a lamber a buceta de Paula.
Aquela cena era digna de filme porno eu e as duas vadias nos chupando alucinadamente. Ate que eu peço para comer a grutinha de Renata e ela manda Paula deitar com as pernas abertas para ela chupar o seu grelinho enquanto ela fica de 4 e eu como sua buceta. Estava mais duro do que nunca ao ver aquela cena e penetrei Renata com muita força ate arrancar dela gemidos de prazer, Renata tinha orgasmos e sua buceta soltava um liquido quente e viscoso que deixou meu saco encharcado. E depois e claro quis alternar as posições e Renata me avisa, - a Paula nunca transou com homem, ela e virgem ainda! Quando Renata me disse aquilo fiquei mais louco ainda, peguei Paula com força na posição de papai e mamãe e penetrei com tudo naquela bucetinha casta (sorte de garanhão) ela era virgem mesmo pois nas primeiras estocadas sangrou um pouco e fez cara de dor, mas depois se acostumou e viu que havia achado seu dono, eu comia Paula com violência e estocava meu pau sem do, enquanto Renata só assistia aquela cena e roçava uma siririca, a cada metida Paula começava a se soltar e começou a gemer muito como uma garota que tem seus primeiros orgasmos, depois coloquei Paula de 4 e Renata deitou de pernas abertas para que a amiga chupasse seu grelinho. Nessa posição Paula se mostrava mais a vontade e eu metia com mais força, ela gemia muito ao mesmo tempo que chupava o grelinho de Renata. Não iria segurar mais, fazia uma força fenomenal para não gozar, mas como era a primeira vez de Paula resolvi que iria brinda-la com o meu esperma e enchi aquela bucetinha que já não era mais virgem com o meu néctar branco. Paula acabada deita de pernas abertas e Renata vem para socorrer a amiga e passa a chupar o líquido branco que escorria daquela bucetinha rosadinha semi-aberta que eu havia acabado de inaugurar.
As duas desfalecem abraçadas e dormem e eu fico ali contemplando aquelas duas ninfas e não acreditando no que tinha acontecido.
Nossa amizade se estreitou mais depois dessa transa a três, mas ainda continua difícil marcarmos um encontro, pois acho que o amor que as duas sentem e mais forte. Mas continuo tentando e numa próxima oportunidade tentarei enrabar as duas, será que consigo...
By Fabio


Transei com a amiga do trabalho...

Passarei a relatar agora uma das melhores experiências sexuais que tive, desde que comecei a trabalhar fora de meus domínios. Nesse conto irei me chamar de F e ela de Mari. Sou um rapaz jovem e solteiro e Mari uma mulher muito jovem e recém casada de uns 19 ou 20 anos e dona de um corpo incrível de mais ou menos 1,70m eu tenho exatos 1,75m e tenho um físico ate que razoavelmente forte.

Eu F e Mari trabalhamos em um órgão de ajuda a estrangeiros do governo e desde os primeiros dias ja sentia que havia uma certa atração entre nos, pois havia uma troca de olhares de forma inocente e amistosa.

Como em todos os ambientes de trabalho achamos muitas pessoas que falam muito sobre sexo e relacionamentos e isso combinou muito com nossos perfis, pois eu F e Mari somos muito liberais com essas situações de trabalho.

Mari como já disse e uma mulher alta, pernas longas e seios fartos com pele lisinha e uma tatuagem que deixaria qualquer padre louco de tesão, e também e muito liberal e parece que gosta de falar sobre sexo mesmo sendo uma mulher casada.

Os dias foram se passando e com a solidão de trabalhar fora de nossos domínios, fomos ficando cada vez mais íntimos, e passamos a conversar pela internet e assistir vídeos eróticos juntos que ela me enviava e eu também mandava on line alguns vídeos para ela, e confesso que a cada vídeo que ela me enviava (percebia que ela gostava de sexo) eu ficava de pau duro ao ouvir seus comentários sobre o vídeo no messenger, ela sempre notava se a mulher estava chupando bem e o cara estava metendo gostoso... E eu ficava me masturbando imaginando um dia fazer tudo aquilo com aquela deusa chamada Mari.

Durante quase toda a semana, depois do expediente eu a convidava para sair, e ela sempre recusava dizendo que não dava, mais um belo dia depois de sairmos do trabalho percebi que ela estava muito carente, pois havia me dito que seu marido havia viajado por causa do trabalho para tentar ganhar um dinheiro extra pois estavam querendo comprar uma casa no Brasil, eu F vi que aquele seria o dia certo para sairmos da rotina do trabalho para casa e apenas conversas pelo messenger e a convidei para bebermos alguma coisa e quem sabe depois assistirmos alguns filmes eróticos, e para minha surpresa ela com a carinha que antes estava triste aceitou com sorriso nos lábios, fiquei com meu pau latejando dentro da cueca e tentei disfarçar o volume o qual ela fez que não percebeu com seu jeito natural .

Ela so não sabia onde seria, pois ela e o marido não saiam muito para passear pela cidade (o marido dela trabalhava muito para pagar as contas), e quando chegamos na entrada do paraíso, ou seja um desses love hotels (hotel do amor) ela tentou recuar, mas eu disse que não aconteceria nada que ela não quisesse, Mari demonstrando curiosidade disse que ela e o marido nunca haviam ido a um desses love hotels e resolveu entrar acreditando que eu não faria nada que ela não quisesse. Muitos confiantes eu F e Mari muito curiosa, entramos no nosso ninho de prazer e escolhemos um quarto bem reservado com banheira de hidromassagem.

Chegando ao quarto já pedimos algumas bebidas e petiscos, e começamos a conversar sobre sexo, e ela pediu para ligar a TV em um canal erótico e começou a fazer comentários, e eu F de pau duro o qual ela fazia (de uma forma natural) questão de fazer que não percebia. Depois de bebermos um pouco e já estarmos mais sintonizados ela começou a fazer comentários sobre o volume da minha calca e eu disse que ficava de pau duro todos os dias quanto estava ao lado dela sentindo o seu cheiro de fêmea no cio.

Eu F e Mari deitados juntinhos na cama, depois de conversarmos muito eu disse que gostaria de ver a tatuagem dela por completo (ela tinha uma tatuagem bem perto de sua bucetinha), e ela disse que não que eu era um tarado sem vergonha, eu insisti muito e falei que iria apenas olhar a tal tatuagem. E ela acreditando na minha conversa tirou a saia que vestia de forma naturalmente sensual e arriou um pouco a calcinha fio dental que usava para eu ver por completo a sua tatoo, e eu vi mais do que a tatoo, vi seu lábio vaginal lisinho e sem pelos, meu coração disparou, e Mari disse, não vai falar nada!!! O tesão tomou conta de mim, e eu comentei muita linda essa sua tatoo e ela Mari havia falado que tinha um piercing e eu disse que gostaria muito de ver, mas ela recusou e disse que so a tatoo já me bastava olhar, e eu disse que estávamos a sos naquele lugar e que ninguém iria ficar sabendo de nada e que faria o que ela quisesse se ela me mostrasse o tal piercing, logo ela aceitou, com duas condições para que eu tirasse a calça e ficasse so de cueca para ela ver o volume do meu pau e para eu não tocar no corpo dela.

E eu F respeitando seus desejos fiquei so de cueca, já com a metade do meu pau duro pra fora e explodindo, Mari sorriu e arrancou sua calcinha revelando uma buceta linda que sempre havia sonhado, lisinha e rosadinha que exalava um cheiro espetacular, Mari abre um pouco os lábios vaginais e revela aquele piercing na base de seu clitóris fiquei louco e queria saborear aquela entrada rosada inteirinha.

Não agüentei, estava explodindo e tirei minha cueca colocando meu pau totalmente duro para fora, e Mari fazendo charminho indagou, - você disse que não faria nada e nem me tocaria!!! Eu F falei, - eu não vou te tocar, vou me tocar quero jorrar em cima do seu clitóris lindo deixar ele cheio do meu leitinho!!! E comecei a me masturbar...

Aquela situação havia tomado conta da gente e percebi que ela estava com um tesão enorme e ela me perguntou, - F quer uma ajudinha??? Eu disse, - claro Mari me ajude por favor!!!

Mari segurou meu pau com todo carinho e começou a me masturbar, e com a outra mão passou a arranhar minhas bolas com as unhas, meu pau estava pulsando perto da sua boca e já estava todo melado e exalando um cheiro que ela podia sentir, Mari não agüentou e pediu para chupar meu pau o qual fiz sinal de positivo e começou a fazer o melhor oral da minha vida, me segurei para não gozar na sua boquinha, ela chupou meu pau e lambeu todo meu saco como se lambe uma tampa de doce de leite, chupou muito e por muito tempo, e eu disse, - agora e a minha vez.

Mari se deitou a abriu as pernas, mergulhei de cara e comecei a chupar aqueles lábios rosadinhos, e fui expondo o seu delicado clitóris e dando pequenos choquinhos com a ponta da língua, ela começou a contorcer seu belo corpo e dar gemidinhos de prazer, Mari estava tendo orgasmos enquanto chupava seu clitóris, chupava seu clitóris e penetrava meus dedos em sua bucetinha, líquidos começavam a sair daquela grutinha linda, ela se contorcia tanto que tive que segura-la com forca, Mari deu um pulinho e gritou de tesão quando comecei a lamber ser cuzinho, voltei a chupar a sua grutinha rosada passando a dar mais atenção ao seu delicado clitóris, ela começou a gemer muito e falou que queria que eu a comesse... Mari dizia, - me fode agora quero que você seja meu macho, não agüento mais de desejo e tesão!!! Ela começou a gozar tanto pela bucetinha e depois ate pediu desculpas achando que havia molhado demais a minha boca.

Satisfeito com a decisão daquele fêmea de liberar sexo entre a gente, parei de chupa-la e posicionei meu pau na entrada daquela grutinha e Mari demonstrava pela sua face. um pouco de medo que eu a penetrasse, mas o tesão era tanto e recíproco que eu fui enfiando meu pau com todo o cuidado naquela grutinha rosada e molhada, e para minha surpresa Mari disse, - soca esse pau com força meu garanhão!!! E eu com muita calma e carinho fui fodendo Mari alternandos socadas fortes e aumentando o ritmo das penetrações, fodemos muito naquela posição. Coloquei Mari de 4 sua posição predileta e comecei a meter com força e Mari dizia, - fode com forca meu macho, você não queria me comer, agora me come seu tarado sem vergonha!!! Mari nesse momento gemia muito alto e acho que as pessoas que estavam no quarto ao lado conseguiam ouvir tudo...

Mari se levantou e com violência me jogou na cama e ficou por cima iniciando uma cavalgada alucinante, parecia uma profissional do ramo, que mulher safada e gostosa, nesse momento percebi que ela havia liberado geral e fodia numa velocidade incrível, segurei o maximo que pude, queria gozar dentro daquela bucetinha rosada e enche-la com meu esperma, quando de repente Mari anuncia aos berros que iria gozar e de fato chegou ao êxtase gemendo e depois falando, - meu garanhão, puta que pariu, caralho, que homem macho!!! E sua bucetinha começou a jorrar um liquido quente e viscoso e molhou todo o meu saco, depois disso penetrei Mari de novo e comecei a socar meu pau em sua grutinha rosada como um maníaco e Mari de repente disse, - não goza dentro de mim, quero seu leite na minha boca!!! Dito e feito, depois de socar meu pau alucinadamente naquela vadia safada na hora de gozar tirei meu pau da sua grutinha rosada e jorrei todo meu leitinho em sua boquinha linda e sedosa e Mari dizia, - meu macho safado, me comeu e gozou na minha boca, seu esperma e quente, doce e delicioso!!! Depois disso ela pegou o esperma que restava em seu queixo e começou a esfregar e lubrificar sua bucetinha e clitóris com todo aquele liquido que sobrara, acabado e com o pau todo melado ela veio ate mim e iniciou uma limpeza com a boca chupando o que restava do meu néctar e deixando-me limpinho...

Tomamos um banho e relaxamos um pouco dentro daquela banheira, não tinha mais forças para fazer mais nada. Fomos embora com as pernas bambas de tanto foder.
Ainda continuamos amigos e conversamos como se nada tivesse acontecido, mas ela continua falando muito sobre sexo e ninguém no serviço desconfia de nada, estou louco para come-la de novo e quem sabe enraba-la numa próxima vez, mas isso eu deixo para um próximo conto...
By Fabio


Gozei nas coxas da professorinha safada e gostosa!!!

Faz tempo que tenho uma tara incontrolável pela bunda de uma professorinha chamada R.K.. Uma jovem recem casada de estatura alta e cabelos longos... Dona de um par de coxas deliciosas. Ela lecciona em uma escola perto do meu apto e da cidade onde moro. Acho que rola um clima entre a gente, devido as demoradas troca de olhares, quando nos cruzamos pela rua da cidade.
Ontem a tarde fui resolver um problema bancário no centro da cidade. Eu achava que tudo seria resolvido de forma rápida, mas fiquei preso naquele lugar por mais de duas horas. Ao sair passei em uma loja de conveniência e fiz um lanche rápido, não sei porque mas também aproveitei para comprar uns condons (camisinhas). Faltavam poucos minutos para as três da tarde. Ia voltar de trem, mas resolvi pegar um ônibus, qual não foi minha surpresa no ponto onde fiquei passou um desses ônibus executivo, resolvi ir neste mesmo tinha ate banheiro nele...
Apesar de não estar lotado, o ônibus não me oferecia um assento, resolvi ir ate o fundo do corredor do ônibus. Quem sabe algo de especial não estaria reservado para mim dentro daquele ônibus...
Depois de um certo tempo de viagem o motorista parou num ponto cheio de idosos, o ônibus se encheu rapidamente e já não cabia mais ninguém. Num dado momento percebi que a professorinha R.K. estava bem perto de mim, ela trajava um vestido solto azul-marinho, caído até a altura dos joelhos. Aquela peça de roupa é maravilhosa, para um tarado como eu dar umas pegas no traseiro da safada que estiver usando. Ciente disso, cheguei de mansinho e tratei de encostar meu corpo por trás da professorinha...
Com jeitinho fui encostando minha verga dura e minha mão direita no largo quadril dela. Com o balanço do ônibus, as curvas e freadas, eu aproveitava para me chegar mais e mais no rabo daquela gostosa. Ela e alta e era fácil tocar a parte de baixo de sua bunda com os dedos, e foi isso mesmo que eu comecei a fazer. No começo ela se fez de difícil, tentando se esquivar do meu assédio. Porém fui insistente, e ela começou a sentir tesão por aquela situação deixando me aproveitar muito de seu rabo e de suas coxas...
Nos movimentamos ao mesmo tempo, meu corpo encaixado no traseiro dela, ate chegarmos ate o fundo do ônibus, onde havia um lugar onde a professorinha se apoiava de pé, deixando que eu afundasse minha mão em suas coxas. A professorinha R.K. agora empinava a bunda para facilitar as minhas investidas. Ela apoiada agora abria mais as pernas, para que eu colocasse a minha mão inteira no meio de suas pernas grossas. Louco de tesão, comecei a levantar a parte de trás do vestido dela. Sem o menor pudor eu avisei que iria colocar meu pau no meio de suas coxas grossas. Ela fez um gesto com a cabeça de forma positiva. A vadia tava a fim mesmo de uma sacanagem gostosa. Continuei a levantar o vestido da safada ate a altura do meu pau, o ônibus estava muito escuro e ninguém conseguia ver aquela cena. Tirei o pau para fora já melado da tanta esfregação e coloquei no meio daquelas coxas quentes. Segurei a professorinha R.K. pelo quadril e fiquei socando minha pica dura, que já estava preso no meio das coxas dela. Eu apertava suas nádegas, enquanto tentava afastar um pouco sua calcinha. Minha ideia era enfiar o dedo indicador no cuzinho da professorinha, e eu conseguia fazer o que queria com ela, afastei sua calcinha e coloquei o dedo no rego rosado da vadia. O tesão que sentíamos era alucinante, meu dedo sentia o cuzinho lisinho daquela vadia, a cada estocada que eu lhe dava... Meu pau já estava pronto e a toda potência... Não iria segurar mais. Então gozei nas coxas da professorinha. O leite moço fez uma meladeira total nas pernas quentes e grossas da vadia. Meu dedo continuava enfiado em seu cuzinho... Meu leite ficou escorrendo entre suas coxas, e ela pegou um lenço para se limpar. Depois com cara de safada ela perguntou se eu estava satisfeito, e disse que ainda não.
Então a professorinha me levou ate o banheiro do ônibus e iniciou um oral babado maravilhoso. Ela perguntou se queria a sua bucetinha, e disse que só a teria se estivesse com preservativo. (A sorte e que não sei porque havia comprado condom antes de pegar o ônibus). Depois de terminado o oral e eu já a ponto de bala, a safada senta no assento do banheiro e iniciamos um sexo gostoso e violento com penetrações alucinantes. Ela gemia e dizia que era aquilo que procurava a muito tempo, a safada tinha orgasmos como uma perfeita vadia. Eu comia a professorinha furiosamente, e a buceta da safada devorava meu pau com perfeição. Quando de repente ela avisa que queria o meu esperma em sua boquinha linda e macia. Depois de muito sexo gostoso e violento, na hora do gozo tirei meu pau de sua bucetinha, arranquei o preservativo e jorrei alucinadamente em sua boca, ela não se fazendo de rogada e com cara de safada engolia todo e meu leitinho moço e dizia que estava quente, doce e saboroso...
Depois de nos refazermos daqueles momentos alucinantes de prazer, eu e a professorinha R.K. descemos do ônibus juntos, ela com cara de safada sorriu para mim, e falou que eu era um louco, tarado e safado e sem vergonha, é claro que pela cara dela, falou em clima de brincadeira. Então pedi o número de seu celular para marcarmos outra trepada gostosa, mas ela não passou. Insisti muito, muito mesmo, mas a safada teve a cara de pau de dizer que era casada e não podia fazer essas coisas com outro homem. Então nos despedimos com sorrisos nos rostos corados... Ela foi andando as pressas, dizendo que o marido a esperava. Foi embora correndo, mexendo aquele rabo delicioso...
Mas tudo bem, estava satisfeito, mas iria dar um jeito de enrabar aquela professorinha safada e gostosa de novo...
By Fabio


Loucura no Quartel

Confesso que pensei muito antes de contar-lhes minha história. Talvez não seja tão surpreendente e picante como os demais contos, mas, foi um dos momentos mais excitantes de minha vida... Bom... Não vou contar vantagem como a maioria das mulheres faz. Tenho 18 anos, 1,70m, 66Kg, seios grandes (até demais) e bumbum pequeno. Não tenho um corpo escultural, mas não sou de se jogar fora. Minha história começou no começo deste ano, quando meu namorado começou a servir o Exército. Sempre tive tara por homens de farda, tanto que já namorei dois soldados. Logo no começo, houve algumas festividades e formaturas, para as quais os familiares foram convidados. Na primeira formatura, meu namorado me apresentou seus novos companheiros e eu não pude deixar de reparar em um deles, Rafael. Loiro, olhos azuis, aproximadamente 1,85m, braços e pernas fortes e uma bunda, ai ai ai... Meu namorado também é alto mas, não passa dos 70Kg (magriço) e para dizer a verdade nunca conseguiu me fazer gozar, se preocupa apenas em se satisfazer. Por isso, nessa época, a única coisa que eu queria era um homem de verdade. Nada demais aconteceu naquele dia, porém, mais ou menos um mês depois aconteceu outra formatura e eu fui. Depois da cerimónia, meu namorado disse que precisava resolver uns problemazinhos e voltava logo. Resultado: fiquei sozinha. Decidi andar por ali e conhecer o quartel, que era bem grande. Só percebi que tinha me afastado um pouco demais quando senti alguém me agarrando por trás e tapando minha boca para que eu não gritasse. Entrei em pânico e tentei em vão me libertar. Foi quando ouvi uma voz suave sussurrando no meu ouvido – “Calma, não vou te machucar”. Aquela voz me arrepiou e desisti de lutar. Vendo isso ele me soltou e quando me virei era ele, o Rafael. Ele me disse que tinha notado meus olhares para ele na festa anterior, fiquei envergonhada. Então ele pôs a mão em meu rosto e disse – “Aqui é perigoso, vem comigo”. Puxou-me pela mão até um dos alojamentos, que a esta hora estavam vazios e nos dirigimos até o banheiro. Entramos, ele trancou a porta e foi logo me agarrando enquanto dizia que me desejava desde o dia em que me viu pela primeira vez. No início, eu refutei um pouco, mas, o perigo da situação e o local me deixaram excitada e acabei relaxando enquanto aquele homem já sugava meus mamilos de maneira deliciosa. Ele me colocou deitada num banco de madeira que tinha no banheiro e tirou a parte de cima da farda. Nossa, foi uma visão maravilhosa. Aquela barriguinha sarada e aqueles braços grossos me deixaram com mais tesão ainda. Veio em minha direcção, arrancando minhas roupas e minha calcinha. Começou a lamber meus seios, foi descendo pela barriga até chegar na minha buceta. Quando senti aquela língua quente roçando meu grelinho, soltei um gemido que serviu de incentivo pró meu loirão. Ele enfiava a língua e chupava tão gostoso que acabei gozando. Uau, isso nunca tinha acontecido. Meu namorado só dá umas lambidelas para dizer que fez mas, nunca me faz gozar. Depois disso ele se levantou parou em frente ao meu rosto, abriu as calças e pôs o pau para fora. Era lindo, grosso e enorme. Nunca tinha visto um tão grande. Ele não precisou dizer nada, abocanhei aquele caralho e comecei a chupa-lo com vontade. Lógico que não conseguia pôr inteiro na boca mas, fiz o que pude. Chupei, lambi, desci até as bolas, chupei só a cabecinha. Não demorou muito e ele começou a gemer mais alto e após um urro gozou na minha boca. Eu, como uma boa menina, engoli tudinho e continuei chupando até deixa-lo bem limpinho. Não aguentando mais, o Rafael me deitou novamente sobre o banco e veio sobre mim, comecei a sentir aquele monumento me invadindo bem devagarinho, centímetro por centímetro. Quando entrou tudo, estávamos com os corpos colados. Passei as mãos pelos seus braços, arranhei as costas e ele começou um delicioso movimento de vai e vem. Primeiro bem devagar e depois foi aumentando o ritmo até que em certo momento eu estava me sentindo rasgada e estrupada, tamanha era a violência. Ele saiu de dentro de mim, me puxou e me fez abaixar apoiada no banco. Foi enfiando por trás na minha bucetinha enquanto dizia – “Nossa que bundinha linda, que buceta apertadinha”. Eu só gemia e rebolava, aquilo estava delicioso. Nunca me imaginei transando com outro homem, ainda mais no banheiro do quartel. Ele puxava meus cabelos enquanto me chamava de vadia e putinha, o que me dava mais tesão ainda e fazia com que eu rebolasse mais – “Isso vadia, rebola no meu pau” – ele dizia. Eu rebolava e me esfregava nele. Ele se abaixou e puxou meu rosto, sua boca procurava pela minha. Nos encontramos num delicioso beijo, nossas línguas se enrolavam cheias de desejo. Foi demais, acabei gozando de novo e gemendo muito, meu corpo inteiro tremia. Ele percebeu e aumentou os movimentos. Pouco tempo depois, eu senti sua porra quente dentro de mim. Ele continuou metendo mais um pouco até tirar seu pau já meio mole de dentro de mim. Deitei-me no banco acabada mas, não podia demorar muito tempo ali. Nos limpamos e nos vestimos as pressas. Antes de sairmos ele ainda me apertou entre seus braços, me deu um beijo delicioso e disse – “O idiota do seu namorado tem sorte de ter uma putinha como você”. Apenas sorri. Saí na frente e me apressei em voltar para festa. Por sorte meu namorado ainda não tinha voltado, então me sentei num banco para acalmar minhas pernas que ainda tremiam. Depois voltamos para casa e inventei uma desculpa para não transar com ele, pois estava toda dolorida e muito satisfeita. Ele nunca desconfiou de nada e eu nunca mais vi o meu loirão... Se você for bem forte e sarado, e de preferência usar farda, me escreva. Podemos nos dar muito bem! B-jos
By Anita
 
Confesso que Pequei | TNB